Carne leão – Legalize seus ganhos como profissional liberal ou autônomo.

1) O que é

É o recolhimento mensal obrigatório do Imposto de renda feito pelo próprio contribuinte quando este recebe rendimentos pagos por pessoas físicas ou vindo do exterior.

2)Quem paga?

Quem recebe aluguel, pensão alimentícia, trabalhadores sem carteira assinada como autônomos e profissionais liberais.

3)Quem não paga?

Quem tiver rendimento de pessoa física ou do exterior até o limite de isenção do IR no mês. Em 2017 esse valor é R$ 1.903,98.

Os profissionais liberais e demais autônomos, que exercem suas atividades sem constituir uma empresa, ou seja, emitindo recibos para seus clientes com base em seu CPF e possuem clientes pessoas físicas, estão obrigadas a escriturar mensalmente um livro caixa.

Neste livro-caixa vão registrar o total de recibos emitidos a cada mês para seus clientes pessoas físicas, e o total de despesas que eles tiveram com o exercício de sua profissão.

Desde 2015 é obrigatório informar o CPF do tomador de serviços.

Por exemplo, um médico, ao longo de um mês de trabalho, vai atendendo seus pacientes e, para cada um, emite recibo das consultas.

Ao final do mês ele escritura no livro caixa todos os valores que recebeu de seus pacientes. O médico também ira escriturar no livro caixa quanto pagou de aluguel do consultório, de condomínio, agua, luz, telefone, secretaria, faxineira, produtos de limpeza e outras despesas que lelé tenha com o consultório.

É preciso ser cuidadoso, pois algumas despesas não são dedutíveis.

Ao final o livro caixa faz uma conta que é: Total de receitas menos Total de despesas, e ele, medico, paga o carne leão com base no valor do rendimento liquido, já deduzindo as receitas.

Quando perguntamos quais são os documentos necessários para comprovar os rendimentos recebidos, são os recibos emitidos para os clientes e as notas fiscais das despesas dedutíveis.

Como o carnê-leão é um recolhimento mensal obrigatório, qualquer valor pago a menor em relação ao informado mantem o contribuinte em debito com a Receita.

Ou seja, se paga a menos, o contribuinte devera recolher a diferença em atraso. Se cumprir com essa obrigação antes da entrega da declaração do imposto de renda, esta sujeito à multa de 0,33% ao dia, limitado à 20% do imposto devido, mais juros Selic.

Se o contribuinte não fizer o recolhimento em atraso até a entrega da declaração do Imposto de renda, assim que entregar a declaração, ele fica sujeito à multa isolada de 50% sobre o imposto não recolhido ou recolhido a menor.

Portanto, precisando comprovar renda, justificar saldos bancários, acréscimos patrimoniais, é necessário ficar atento e seguir as orientações para ficar em dia com o Imposto de renda.

Ass. Bambirra Contabilidade e Assessoria LTDA – ME

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