Problemas urinários podem afetar significativamente a qualidade de vida

No Brasil, 65% da população relata ter, pelo menos um sintoma urinário, como urgência ou necessidade de fazer força para urinar, aumento da frequência ou acordar durante o sono para ir no banheiro. A prevalência dos sintomas é maior em mulheres (68,1%), e os problemas mais comuns, no geral, são bexiga hiperativa (caracterizada pela urgência e frequência para urinar), incontinência urinária e hiperplasia benigna da próstata.
Quanto à incontinência, a mais comum é por esforço, que ocorre quando se espirra, tosse ou carrega muito peso. Já a hiperplasia é o aumento da próstata – não relacionado ao câncer do órgão -, que pode comprimir a uretra e impedir a saída da urina.

Todos esses problemas afetam significativamente a qualidade de vidas das pessoas.

Limitações ou interrupções das atividades físicas, a pessoa pode se afastar da intimidade com o parceiro e queda de autoestima. No dia a dia, a pessoa deixa de tomar muito líquido e tem de fazer um mapeamento dos banheiros por onde passa. Para as mulheres, carregar uma peça íntima extra pode se tornar um hábito.

Acordar à noite para ir ao banheiro mais de duas vezes à noite para ir ao banheiro também foi um sintoma prevalente em ambos os gêneros. Estudos mostram que acordar duas vezes ou mais afeta a qualidade do sono e compromete a capacidade de recuperação das pessoas.

A incontinência urinária ocorre pelo enfraquecimento do esfíncter, estrutura muscular que controla o fechamento da uretra. Há fatores genéticos para que o problema se manifeste, mas nas mulheres, em quem a prevalência é maior, a realização e quantidade de partos vaginais podem contribuir também. Nos homens, a ocorrência se dá como uma complicação de uma cirurgia de próstata, por exemplo.

Vamos continuar a falar sobre esse assunto na próxima coluna! Fique ligado(a)!

Roberto El Check Junior (31) 98876-7090

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