Unicidade (constelação Familiar)

Há, entretanto, outro mistério envolvido. Nomeadamente, aquilo que nós experimentamos é único, que cada um de nós tem algo pessoal que não pode ser duplicado e que é diferente do que tem os nossos pais. E isto também afirmado deve ser, seja fácil ou difícil, mau ou bom. Claramente se olharmos para o mundo e para nossas vidas como próprias, vemos então que tudo o que é e que tudo o que fazemos, pertence a maior todo um.

O que quer que façamos ou que recusemos fazer, para o que trabalhamos e ao que nos opomos, fazemos porque nós servimos a um todo maior ao qual não compreendemos. Se nos tornarmos íntimos deste todo maior, então experimentamos este serviço como uma tarefa ou uma chamada que não adiciona nada às nossas realizações pessoais se for bom, nem à nossa culpa pessoal se for terrível. Simplesmente somos Chamados para servir. Quando olhamos para o mundo desta maneira, como distinções HABITUAIS tornam-se irrelevantes. Eu chamo a isto, o mesmo.

O MESMO a brisa mover-se suave e sussurrante, uma tempestade ruge e explodir. Ainda é o mesmo vento, a mesma canção.

A mesma água banha-nos e afoga-nos, carrega-nos e enterra-nos.

O que quer que Esteja vivo, usam-se, preservam-se e destroem-se, uns aos outros, dirigidos pela mesma força.

Isto é que interessa.

Quem é servido pelas diferenças?

Estas são então as condições de vida fundamentais. É uma dádiva termos pais e sermos crianças. E também, temos que algo unicamente pessoal.

Analisando O QUE OS PAIS DÃO Adicionalmente

Além de nos darem a vida, os nossos pais dão-nos outras coisas também. Alimentam-nos, animam-nos, cuidam de nós, e muito mais. Isto funciona bem quando a criança aceita o que lhe é dado, tal como lhe é dado. Regra geral, as crianças só aceitam o que necessitam, do que lhes é oferecido. Naturalmente há exceções como todos que nós compreendemos, mas regra geral, o que os pais dão aos seus filhos é o suficiente. Os Filhos Não podem ter tudo o que querem e nem todos os sonhos são realizados, mas normalmente, bastante Recebem os filhos.

É consistente com as ordens do amor Quando os filhos dizem aos seus pais, “vocês deram-me bastante, e é suficiente. Eu aceito isso de Apreciação com vós e amor.” Um próspero e filho que sinta isso, sente-se cheio, não importa o que pode ter ido antes. “Tal Filho poderia adicionar “, eu cuidarei do resto.” Esta é também uma bonita experiência. E o filho poderia adicionar “, agora deixo-os em paz.” O efeito destas frases é muito profundo. Os pais têm filhos os seus, e os pais Têm os seus filhos. São simultaneamente separados e tornam-se independentes. Os pais terminaram o seu trabalho, e os filhos são livres para viver as suas vidas com respeito para com seus pais, dependentes deles Serem sem.

Mas sinta o que se passa na alma quando você imagina um Os Filhos dizerem aos seus pais, “o que vocês me deram, primeiro, não foi uma coisa certa e segundo, não foi o suficiente. Vocês me devem ainda.” O que é que os filhos recebem dos seus pais quando Desta maneira sentem? Nada. E o que é que recebem os pais dos seus filhos? Também nada. Tais filhos Não podem separar-se dos seus pais. Suas acusações e pedidos amarram-nos aos seus pais de modo que, estejam embora limitados. Sentem-se então vazios, fracos e necessitados.

Esta é a segunda Ordem do Amor, que os filhos tomem o que os seus pais lhes dão para além da vida como ela é.

Texto extraído do livro de Bert Hellinger “ A Simetria oculta do amor”.pág. 47 e 48,editora Cultrix ,2005.

Andrea Evaristo Coelho

Terapeuta Sistêmica (31)985401067

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