Sobrepeso e sedentarismo: situação atual no Brasil.

Profissionais da área da saúde no Estúdio inLOTUS advertem: essa relação é de risco para a sua saúde.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade e o sobrepeso quase triplicaram desde 1975. Em 2016, mais de 1,9 bilhão de adultos, com 18 anos ou mais, apresentavam excesso de peso. Destes, mais de 650 milhões eram obesos. No Brasil, dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2017, trouxeram que quase 1 em cada 5 brasileiros (18,9%) estão obesos e que mais da metade da população das capitais brasileiras (54,0%) estão com excesso de peso. O crescimento econômico, a urbanização e a mudança nos padrões de consumo são alguns aspectos que explicam o crescente aumento do sobrepeso. Pesquisas aponta que muitas famílias têm deixado de consumir pratos tradicionais e aumentado a ingestão de alimentos ultra processados e de baixa qualidade nutricional. A nossa nutricionista Fabiana Leonel adverte: “descasque mais e desembale menos”. Segundo ela “o nosso corpo necessita de nutrientes em quantidades suficientes para que o nosso metabolismo funcione de forma adequada“. Os alimentos industrializados não fornecem uma quantidade adequada de nutrientes e ainda contém substâncias que afetam o metabolismo.

Somado a isso, o levantamento feito com dados coletados nos últimos 15 anos, revela que praticamente uma em cada duas pessoas em idade adulta (47%) no país não pratica atividades físicas suficientemente. Entre as mulheres, a ociosidade é ainda maior que a média, 53,3%, enquanto a prevalência de inatividade entre os homens é de 40.4%. Para ter uma vida saudável, é fundamental aliar a prática de atividade física com uma alimentação equilibrada. O sedentarismo, está relacionado com o declínio da saúde e desenvolvimento de doenças. A nutrição funcional e esportiva além de atuar na prevenção de doenças, emagrecimento, recuperação muscular, também auxilia no fornecimento adequado de energia de acordo com o tipo de exercício praticado, tem potencial anti inflamatório, portanto auxilia na prevenção das dores provocadas pelo exercício, auxilia na melhora do sistema imunológico, melhora performance e rendimentos dos treinos.

Diante destas informações vemos que é necessário políticas de incentivo a perda de peso, aliando-se a prática da atividade física e uma reeducação alimentar. Além disso  sabemos que o fator psicológico é crucial nestes casos. É importante atuar na causa do problema. Normalmente pessoas obesas apresentam associado desequilíbrios psicológicos, como por exemplo, ansiedade e devido a isso apresentam uma alimentação desregrada. Esse trabalho multidisciplinar traz muitos benefícios para o paciente e aumenta as chances de a pessoa mudar hábitos e conseguir um resultado mais eficaz na sua busca.

Colaboração: Juliana Cintra Salles

Fisioterapeuta e proprietária do

Estúdio inLOTUS

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